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ESPRAN OXALATO DE ESCITALOPRAM 20MG 60 COMPRIMIDOS REVESTIDOS C1

Espran Oxalato De Escitalopram 20mg 60 Comprimidos Revestidos C1

COD 85055
Este produto é vendido e entregue pela Panvel.

Descrição do produto

O que é o Espran 20 mg 60 Comprimidos?

O Espran 20 mg 60 Comprimidos é um medicamento antidepressivo de uso oral e adulto que contém oxalato de escitalopram, equivalente a 20 mg de escitalopram em cada comprimido revestido. O medicamento pertence à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina, também conhecidos como ISRS.

O Espran 20 mg atua no cérebro, ajudando a corrigir concentrações inadequadas de determinados neurotransmissores, principalmente a serotonina. Conforme descrito na bula, pode levar cerca de duas semanas até que o paciente comece a perceber melhora. É importante continuar o tratamento conforme a orientação médica, mesmo que os efeitos não sejam percebidos imediatamente.

Composição do Espran 20 mg 60 Comprimidos

Cada comprimido revestido de Espran 20 mg contém:

  • 25,548 mg de oxalato de escitalopram, equivalente a 20 mg de escitalopram;
  • celulose microcristalina;
  • croscarmelose sódica;
  • dióxido de silício;
  • povidona;
  • talco;
  • estearato de magnésio;
  • hipromelose;
  • dióxido de titânio;
  • macrogol.

O Espran 20 mg contém o corante dióxido de titânio.

Superdose do Espran 20 mg: o que fazer?

Em caso de uso de uma quantidade maior do que a indicada de Espran 20 mg, é necessário entrar em contato com um médico imediatamente ou procurar o hospital mais próximo, mesmo que não haja desconforto ou sinais aparentes de intoxicação. A bula informa que não existe antídoto específico e que o tratamento é sintomático e de suporte.

Entre os possíveis sintomas relacionados à superdose estão:

  • tonturas;
  • tremores;
  • agitação;
  • vômitos;
  • convulsões;
  • coma;
  • náuseas;
  • mudanças no ritmo cardíaco;
  • diminuição da pressão arterial;
  • alteração do equilíbrio de líquidos e sais do organismo.

Ao procurar atendimento médico, recomenda-se levar a caixa do medicamento. Em caso de uso de grande quantidade, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula, se possível. Para mais orientações, a bula também informa o telefone 0800 722 6001.

Para que serve e como funciona o Espran 20 mg?

O Espran 20 mg é indicado para o tratamento e a prevenção da recaída ou recorrência da depressão. Também pode ser utilizado, conforme orientação médica, no tratamento do transtorno do pânico com ou sem agorafobia, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de ansiedade social, também chamado de fobia social, e transtorno obsessivo compulsivo.

O princípio ativo do medicamento, o escitalopram, pertence à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina. O antidepressivo Espran age no cérebro, onde atua sobre as concentrações de neurotransmissores, principalmente a serotonina.

A bula informa que pode demorar aproximadamente duas semanas para o paciente começar a se sentir melhor. Caso não haja melhora ou ocorra piora do quadro, o médico deve ser procurado.

Contraindicações do Espran 20 mg

O Espran 20 mg 60 Comprimidos não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ao escitalopram ou a qualquer outro componente da fórmula.

O medicamento também não deve ser utilizado por pessoas que estejam usando medicamentos conhecidos como inibidores da monoaminoxidase, incluindo selegilina, moclobemida e linezolida.

Também é contraindicado para pacientes que nasceram com ou já tiveram um episódio de arritmia cardíaca observado em eletrocardiograma e para pessoas que estejam utilizando medicamentos para o tratamento de arritmias ou outros medicamentos capazes de afetar o ritmo cardíaco.

O medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Durante a amamentação ou doação de leite, o medicamento é contraindicado, pois pode ser excretado no leite humano e causar reações indesejáveis no bebê.

Como usar o Espran 20 mg?

Os comprimidos de Espran 20 mg são administrados por via oral, uma vez ao dia. Podem ser tomados em qualquer momento do dia, com ou sem alimentos, sendo preferível manter sempre o mesmo horário. Os comprimidos devem ser engolidos com água, sem mastigar.

Quando necessário, o comprimido de 20 mg pode ser partido ao meio. Para isso, deve ser colocado sobre uma superfície lisa e seca, com a parte sulcada voltada para cima. A outra metade deve permanecer na embalagem original e ser administrada no prazo máximo de 24 horas.

A dose utilizada varia de acordo com a condição tratada e a resposta de cada paciente:

  • Depressão: a dose normalmente recomendada é de 10 mg ao dia, podendo ser aumentada pelo médico até o máximo de 20 mg ao dia. Geralmente são necessárias de duas a quatro semanas para obter uma resposta antidepressiva. Após a remissão dos sintomas, recomenda-se tratamento por pelo menos seis meses para consolidação da resposta.
  • Transtorno do pânico: a dose inicial indicada na bula para a primeira semana é de 5 mg ao dia, passando posteriormente para 10 mg ao dia. O médico pode aumentar a dose até o máximo de 20 mg ao dia quando considerar necessário.
  • Transtorno de ansiedade social: a dose terapêutica usual é de 10 mg ao dia. Conforme a resposta individual, pode ser reduzida para 5 mg ou aumentada pelo médico até 20 mg ao dia.
  • Transtorno de ansiedade generalizada: a dose inicial usual é de 10 mg ao dia, podendo ser aumentada pelo médico até o máximo de 20 mg ao dia.
  • Transtorno obsessivo compulsivo: a dose inicial usual é de 10 mg ao dia. Conforme avaliação médica, pode ser aumentada até o máximo de 20 mg ao dia.

Pacientes idosos com mais de 65 anos devem iniciar o tratamento com metade da dose mínima usualmente recomendada, correspondente a 5 mg ao dia. O médico poderá aumentar a dose até 10 mg ao dia.

A duração do tratamento é individual e deve ser determinada pelo médico. A bula orienta que a dose nunca seja alterada sem orientação profissional. O tratamento não deve ser interrompido de forma abrupta, pois podem ocorrer sintomas de descontinuação.

O que fazer se eu esquecer de usar o Espran 20 mg?

Se o paciente esquecer uma dose de Espran 20 mg e lembrar antes de deitar, pode tomar a dose excepcionalmente nesse momento. No dia seguinte, deve retornar ao horário habitual.

Se a lembrança ocorrer somente no meio da noite ou no dia seguinte, a dose esquecida deve ser ignorada e o tratamento deve continuar normalmente. Não se deve tomar uma dose em dobro para compensar a dose esquecida.

Cuidados ao usar o Espran 20 mg

Antes de utilizar o Espran 20 mg, informe ao médico sobre qualquer problema de saúde. A bula destaca a necessidade de atenção especial em pessoas com epilepsia, comprometimento dos rins ou do fígado, diabetes, níveis reduzidos de sódio no sangue, tendência a sangramentos ou manchas roxas, doenças cardíacas e histórico recente de ataque cardíaco.

Também é importante informar ao médico se houver baixa frequência cardíaca em repouso, perda significativa de sais devido a vômitos ou diarreia prolongados, uso de medicamentos diuréticos, episódios de desmaio, alterações dos batimentos cardíacos ou problemas relacionados à dilatação das pupilas.

Em pacientes com transtorno bipolar, o uso de antidepressivos pode provocar mudança da fase depressiva para a fase maníaca. Alterações incomuns e rápidas das ideias, alegria inadequada e atividade física excessiva devem ser comunicadas imediatamente ao médico.

Inquietude e dificuldade para permanecer sentado ou em pé também podem ocorrer nas primeiras semanas do tratamento.

A bula alerta ainda para pensamentos suicidas ou de autoagressão, especialmente no início do tratamento com antidepressivos. Caso esses pensamentos ocorram a qualquer momento, o médico deve ser contatado imediatamente ou o paciente deve procurar um hospital.

O paciente não deve dirigir veículos nem operar máquinas até saber como o escitalopram afeta sua atenção. O medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, aumentando o risco de quedas e acidentes.

O tratamento não deve ser interrompido abruptamente. A redução da dose geralmente deve ocorrer de forma gradual e conforme orientação médica, pois a interrupção pode provocar sintomas como tontura, alterações do sono, ansiedade, dor de cabeça, náusea, aumento da transpiração, agitação, tremores, irritabilidade, diarreia, alterações visuais e palpitações.

Interações medicamentosas com o Espran 20 mg

A bula orienta informar ao médico todos os medicamentos utilizados atualmente ou nos 14 dias anteriores ao início do tratamento.

Entre os medicamentos e substâncias citados na bula que exigem atenção estão:

  • inibidores não seletivos da monoaminoxidase, como fenelzina, iproniazida, isocarboxazida, nialamida e tranilcipromina;
  • moclobemida;
  • selegilina;
  • linezolida;
  • lítio e triptofano;
  • sumatriptano e medicamentos semelhantes;
  • tramadol e medicamentos semelhantes;
  • cimetidina, lansoprazol e omeprazol;
  • fluvoxamina;
  • ticlopidina;
  • erva de São João;
  • ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não esteroidais;
  • varfarina, dipiridamol e femprocumona;
  • mefloquina e bupropiona;
  • neurolépticos, antidepressivos tricíclicos e outros ISRS;
  • imipramina e desipramina;
  • flecainida, propafenona e metoprolol;
  • clomipramina e nortriptilina;
  • risperidona, tioridazina e haloperidol;
  • medicamentos que alteram a função das plaquetas;
  • medicamentos que reduzem os níveis de potássio ou magnésio no sangue.

O Espran não deve ser utilizado em conjunto com determinados medicamentos para arritmia cardíaca ou medicamentos capazes de afetar o ritmo do coração.

Segundo a bula, o medicamento não apresenta interação com alimentos ou bebidas. Embora não potencialize os efeitos do álcool, recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento.

Efeitos colaterais do Espran 20 mg

Como qualquer medicamento, o Espran 20 mg pode causar reações adversas, embora elas não ocorram em todos os pacientes. Os efeitos adversos geralmente são leves e podem desaparecer espontaneamente após alguns dias de tratamento.

As reações muito comuns, que ocorrem em mais de 10% dos pacientes, incluem:

  • náusea;
  • dor de cabeça.

Entre as reações comuns descritas na bula estão nariz entupido ou com coriza, aumento ou diminuição do apetite, ansiedade, inquietude, sonhos anormais, dificuldade para dormir, sonolência durante o dia, tontura, bocejos, tremores, sensação de agulhadas na pele, diarreia, constipação, vômitos e boca seca.

Também podem ocorrer aumento do suor, dores musculares e articulares, distúrbios sexuais, cansaço, febre e aumento de peso.

As reações incomuns incluem sangramentos inesperados, urticária, eczema, coceira, ranger de dentes, agitação, nervosismo, ataques de pânico, confusão, alterações do sono ou do paladar, desmaio, dilatação das pupilas, alterações visuais, barulhos nos ouvidos, perda de cabelo, sangramento vaginal, diminuição do peso, aumento da frequência cardíaca, inchaço nos braços ou pernas e sangramento nasal.

Entre as reações raras estão reações alérgicas com inchaço da pele, língua, lábios ou face e dificuldade para respirar ou engolir, além de síndrome serotoninérgica, agressividade, despersonalização, alucinações e diminuição dos batimentos cardíacos.

A bula também descreve reações cuja frequência não pode ser estimada, como pensamentos suicidas ou de autoflagelação, diminuição do sódio no sangue, hipotensão ao levantar, alterações nos exames do fígado, movimentos involuntários, priapismo, alterações da coagulação, angioedema, mania, alterações do ritmo cardíaco e outras reações.

Convulsões, dificuldade para urinar, coloração amarelada da pele ou da parte branca dos olhos e batimentos cardíacos acelerados ou irregulares acompanhados de desmaios exigem avaliação médica imediata.

Como guardar o Espran 20 mg?

O Espran 20 mg 60 Comprimidos deve ser armazenado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, e mantido em sua embalagem original. O medicamento não deve ser utilizado após o prazo de validade indicado na embalagem.

O comprimido de 20 mg é revestido, de coloração branca a quase branca, redondo, biconvexo e sulcado em um dos lados. Possui as gravações “11” e “37” em um lado e “20” no outro.

Quando o comprimido de 20 mg for partido, a metade restante deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 24 horas.

Antes de utilizar o medicamento, observe seu aspecto. Caso esteja dentro do prazo de validade, mas apresente alguma mudança na aparência, consulte um farmacêutico antes de utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.


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