Alfaepoetina 40.000 Ui/ml 1 Seringa Preenchida 1ml+ Sistema De Segurança
- Medicamento biológico injetável destinado ao uso adulto
- Indicado para tratar anemia em pacientes com insuficiência renal em diálise, câncer em quimioterapia, AIDS em tratamento com AZT, procedimentos cirúrgicos e doenças crônico-degenerativas
- Estimula a formação de glóbulos vermelhos, auxiliando no combate à redução dessas células no sangue
- Contraindicado para menores de 18 anos e pessoas com hipersensibilidade à alfaepoetina, albumina humana ou derivados de células de mamíferos
Descrição do produto
O que é a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL?
A Alfaepoetina 40.000 U.I./mL é um medicamento biológico apresentado como solução injetável em seringa preenchida de 1 mL com sistema de segurança. É destinada ao uso adulto e pode ser administrada por via subcutânea ou intravenosa, sempre de acordo com a prescrição e o acompanhamento médico.
A principal função da alfaepoetina é estimular a formação de glóbulos vermelhos. Por esse motivo, ela é utilizada como medicamento para anemia nas situações descritas na bula, ajudando a combater a redução dessas células no sangue.
Composição da Alfaepoetina 40.000 U.I./mL
Cada seringa preenchida de 1 mL contém:
- Princípio ativo: alfaepoetina 40.000 U.I.
- Excipientes: albumina humana, cloreto de sódio, citrato de sódio, ácido cítrico e água para injetáveis, em quantidade suficiente para completar 1 mL.
A apresentação é uma solução injetável límpida, incolor e praticamente livre de partículas visíveis. Antes da aplicação, o aspecto deve ser observado. Caso exista alteração, mesmo dentro do prazo de validade, o farmacêutico deve ser consultado antes do uso.
Superdose da Alfaepoetina 40.000 U.I./mL: o que fazer?
Em caso de administração de uma quantidade maior do que a indicada, o paciente deve ser encaminhado imediatamente ao hospital para receber o tratamento adequado. É importante levar a embalagem ou a bula do medicamento, sempre que possível, para facilitar a avaliação pela equipe de saúde.
A bula não descreve sintomas específicos de superdose. Portanto, não se deve aguardar o aparecimento de sinais ou desconfortos para buscar ajuda. Em caso de uso de grande quantidade, procure rapidamente socorro médico. Para mais orientações, a bula informa o telefone 0800 722 6001.
Para que serve e como funciona a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL?
A alfaepoetina injetável é indicada para o tratamento da anemia em pacientes com insuficiência renal submetidos à diálise. A bula também informa seu uso no tratamento da anemia associada ao câncer e à utilização de quimioterápicos, da anemia em pessoas com AIDS submetidas ao tratamento com AZT, em procedimentos pré e perioperatórios e em doenças crônico-degenerativas, como a artrite reumatoide.
O medicamento funciona como estimulante da formação de glóbulos vermelhos. Dessa forma, a alfaepoetina para anemia atua aumentando a produção dessas células, conforme a resposta individual observada durante o acompanhamento clínico e laboratorial.
A resposta ao tratamento deve ser avaliada pelo médico. A hemoglobina, as reservas de ferro e outros fatores relacionados à anemia precisam ser acompanhados, pois condições como deficiência de vitamina B12, ácido fólico ou ferro, infecções e intoxicação por alumínio podem reduzir a eficiência do medicamento.
Contraindicações da Alfaepoetina 40.000 U.I./mL
A Alfaepoetina 40.000 U.I./mL não deve ser utilizada nas seguintes situações:
- Hipersensibilidade conhecida à alfaepoetina.
- Hipersensibilidade à albumina sérica humana.
- Hipersensibilidade a produtos derivados de células de mamíferos.
- Pacientes com menos de 18 anos.
O medicamento é de uso adulto. A bula informa que não há experiência clínica suficiente para estabelecer a segurança e a eficácia da alfaepoetina em crianças.
Como usar a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL?
A Alfaepoetina injetável pode ser administrada por via subcutânea ou via intravenosa. A dose, a frequência, a duração do tratamento e os ajustes devem ser definidos pelo médico conforme a resposta do paciente. Não interrompa o tratamento sem conhecimento médico.
Para a seringa preenchida, a bula orienta:
- Retirar o medicamento da geladeira e aguardar 15 minutos antes de utilizá-lo, respeitando as regras habituais de higiene.
- Não retirar a proteção da agulha antes do momento da aplicação.
- Manipular a seringa com cuidado e não agitá-la, para evitar formação de espuma ou alteração do conteúdo.
- Segurar a seringa pelo corpo, evitando movimentar o êmbolo de forma não intencional.
- Escolher o local de aplicação e desinfetar a área com álcool.
- Retirar cuidadosamente a proteção da agulha, sem empurrar o êmbolo.
- Administrar o medicamento empurrando o êmbolo com pressão lenta e constante.
- Descartar a seringa após o uso. Qualquer solução remanescente também deve ser descartada.
A dose inicial descrita na bula é de 25 a 50 U.I. por quilo de peso, três vezes por semana, por via intravenosa ou subcutânea, com recomendação de iniciar pela menor dose da faixa. A dose e a frequência devem ser ajustadas conforme a resposta. A hemoglobina deve ser analisada pelo menos uma a duas vezes por semana até atingir valor estável entre 10 e 12 g/dL e até que seja estabelecida a dose de manutenção.
Nos pacientes em diálise, a administração deve ocorrer depois da sessão. Os níveis de ferro devem ser avaliados antes e durante o tratamento. Quando houver deficiência, o médico poderá prescrever ferro por via oral ou intravenosa.
Se a hemoglobina aumentar muito rapidamente, em torno de 2 g/dL por semana, o tratamento deve ser reduzido ou suspenso e reiniciado com doses menores depois que os níveis desejados forem restabelecidos. A bula informa que o limite máximo de 225 U.I. por quilo por semana não deve ser ultrapassado sem avaliação prévia de outros fatores que possam explicar a falta de resposta.
No tratamento prolongado, a bula recomenda dose média de manutenção de 60 a 100 U.I. por quilo por semana, dividida em duas ou três aplicações. Qualquer aumento deve ocorrer gradualmente e sob supervisão médica. A quantidade total contida na seringa não deve ser interpretada como dose automática para todos os pacientes.
O que fazer se eu esquecer de usar a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL?
Nunca administre duas doses ao mesmo tempo. Caso uma dose seja esquecida, ela deve ser administrada assim que possível, respeitando o intervalo determinado pelo médico.
Em caso de dúvida sobre o horário ou sobre o intervalo entre as aplicações, procure orientação do farmacêutico, do médico ou do cirurgião-dentista. Não altere o esquema prescrito por conta própria.
Cuidados ao usar a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL
Durante o tratamento, a pressão arterial deve ser acompanhada. Se ocorrer aumento da pressão, o médico poderá indicar tratamento anti-hipertensivo. Caso surjam problemas cerebrais relacionados à pressão alta, com ou sem convulsões, a bula orienta tratamento adequado e interrupção da alfaepoetina. Depois do controle da pressão, a retomada somente deve ocorrer se recomendada pelo médico, com doses mais baixas e monitoramento rigoroso.
O medicamento deve ser administrado com extremo cuidado em pacientes com pressão alta incontrolável, isquemia, antecedentes de convulsões ou perda de memória. Nesses casos, é necessária monitoração clínica rigorosa, inclusive da pressão arterial.
Durante o uso, devem ser controlados a pressão arterial, os eletrólitos do sangue, as plaquetas e a hemoglobina. O número de plaquetas pode aumentar moderadamente no início do tratamento. Se a pressão começar a subir, especialmente com dor de cabeça, o paciente deve receber avaliação e tratamento apropriados.
A hemoglobina deve ser verificada uma a duas vezes por semana até se estabilizar e, depois, semanalmente. Também pode ocorrer aumento do apetite associado à elevação do potássio. Em pacientes em diálise, um aumento anormal do potássio pode exigir ajuste da dieta e do regime de diálise.
O aumento da massa de glóbulos vermelhos pode elevar a viscosidade do sangue e aumentar a necessidade de heparina durante a diálise. Antes de iniciar a terapia, outras causas de anemia precisam ser descartadas, como deficiência de vitamina B12, ácido fólico ou ferro, infecções e intoxicação por alumínio.
Não há experiência clínica suficiente para estabelecer a segurança e a eficácia da alfaepoetina em idosos. Durante a gravidez e a lactação, o medicamento somente deve ser administrado em casos de extrema necessidade. Mulheres grávidas não devem utilizá-lo sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. No aleitamento ou na doação de leite humano, o uso depende de avaliação e acompanhamento profissional.
A bula informa que não foram observados efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Também informa que este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas com a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL
Informe ao médico ou ao cirurgião-dentista todos os medicamentos utilizados. As interações descritas na bula não ocorrem necessariamente em todos os pacientes, mas devem ser consideradas:
- Medicamentos para pressão alta: como a alfaepoetina pode elevar a pressão sanguínea, pode ser necessária terapia anti-hipertensiva mais intensiva, com ajuste de dose, inclusão de outro medicamento ou uso de opções mais potentes.
- Androgênios: podem aumentar a sensibilidade das células precursoras dos glóbulos vermelhos e foram utilizados como auxílio ao tratamento em alguns pacientes. A bula ressalta que a terapia androgênica pode causar efeitos adversos importantes e que são necessários estudos controlados para estabelecer os riscos e benefícios da combinação.
- Desmopressina: o uso combinado pode produzir efeito cumulativo na redução do tempo de sangramento em pacientes com doença renal em estágio final.
- Probenecida: em animais, mostrou inibir a secreção tubular renal da alfaepoetina produzida pelo organismo. A importância dessa interação em humanos não é conhecida, mas a possibilidade deve ser considerada.
- Heparina: pacientes em hemodiálise podem necessitar de aumento da dose, pois o aumento do volume celular sanguíneo pode favorecer coagulação no dialisador ou no acesso vascular.
- Suplementos de ferro: podem ser prescritos por via oral ou intravenosa, conforme as condições clínicas e os níveis de ferro do paciente.
Não use medicamentos sem conhecimento médico, pois isso pode ser perigoso para a saúde.
Efeitos colaterais da Alfaepoetina 40.000 U.I./mL
As reações adversas variam conforme a condição tratada e a frequência observada. A bula não apresenta reações classificadas especificamente como raras, mas descreve reações muito comuns, comuns, incomuns e de frequência desconhecida.
Reações muito comuns:
- Dor de cabeça em pacientes oncológicos.
- Náuseas.
- Dor nas articulações em pacientes com insuficiência renal crônica.
- Febre em pacientes oncológicos.
- Sintomas semelhantes aos da gripe em pacientes com insuficiência renal crônica.
Reações comuns:
- Convulsões e dor de cabeça em pacientes com insuficiência renal crônica.
- Trombose venosa profunda e embolia pulmonar em pacientes oncológicos, incluindo casos com resultado fatal.
- Hipertensão arterial.
- Diarreia em pacientes oncológicos e vômito.
- Erupção cutânea.
- Dor nas articulações em pacientes oncológicos.
- Sintomas semelhantes aos da gripe em pacientes oncológicos.
- Trombose do acesso vascular ou do equipamento de diálise em pacientes com insuficiência renal crônica.
Reações incomuns:
- Aumento de plaquetas em pacientes oncológicos.
- Hemorragia cerebral e convulsões em pacientes oncológicos, incluindo casos com resultado fatal.
- Diarreia em pacientes com insuficiência renal crônica.
- Dor muscular em pacientes oncológicos.
Reações de frequência desconhecida:
- Aplasia eritroide pura mediada por anticorpos e aumento de plaquetas em pacientes com insuficiência renal crônica.
- Reações anafiláticas e hipersensibilidade.
- Acidente vascular cerebral, encefalopatia hipertensiva e ataques isquêmicos transitórios.
- Trombose da retina, tromboses arteriais e crises hipertensivas.
- Trombose venosa profunda e embolia pulmonar em pacientes com insuficiência renal crônica, incluindo casos com resultado fatal.
- Edema angioneurótico e urticária.
- Dor muscular em pacientes com insuficiência renal crônica.
- Porfiria.
- Edema periférico, febre em pacientes com insuficiência renal crônica, reação no local da injeção ou ausência de eficácia do medicamento.
Informe ao médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de qualquer reação indesejável. A empresa responsável também deve ser comunicada por meio de seu serviço de atendimento.
Como guardar a Alfaepoetina 40.000 U.I./mL?
Armazene o medicamento em geladeira, entre 2 °C e 8 °C. Não congele. Mantenha-o na embalagem original e não utilize após a data de validade indicada na embalagem.
A solução deve permanecer límpida, incolor e praticamente livre de partículas visíveis. Não use caso observe alteração no aspecto sem antes consultar o farmacêutico. Qualquer solução remanescente deve ser descartada, assim como a seringa após a aplicação.
Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças. O número do lote e as datas de fabricação e validade podem ser consultados na embalagem.
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| Especificação | Valor |
|---|---|
| Marca | Alfapoetina |
| Fabricante | Blau Especialidades |
| Código de Barras | 7896014658251 |
| Princípio Ativo | Alfaepoetina |
| Categoria | Anemia |
| Grupo | Sistema Circulatorio |
| Dosagem | 40000 UI |
