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Diamox


Acetazolamida



Composição — Acetazolamida. Excipientes: Glicolato de amido sódico, povidona, fosfato de cálcio dibásico, amido de milho e estearato de magnésio.


Indicações — No tratamento adjuvante de edema devido à insuficiência cardíaca congestiva; edema induzido por medicamentos; epilepsias centro-encefálicas (pequeno mal, convulsões não-localizadas); glaucoma crônico simples (ângulo aberto), glaucoma secundário e pré-operatório de glaucoma de ângulo fechado agudo, quando se deseja postergar a cirurgia para reduzir o PIO.


Contra-indicações — DIAMOX (acetazolamida) está contra-indicado em situações onde os níveis sangüíneos de sódio e/ou potássio estão reduzidos: casos de doenças ou significante disfunção renal ou hepática; na insuficiência supra-renal e na acidose hiperclorêmica. É contra-indicado em pacientes com cirrose por aumentar o risco de encefalopatia hepática. A administração em longo prazo de DIAMOX (acetazolamida) é contra-indicada em pacientes com glaucoma crônico não-congestivo de ângulo fechado, pois pode permitir o fechamento orgânico do ângulo, piorando o glaucoma, enquanto este fica mascarado pela PIO reduzida.


Reações adversas — As reações adversas mais freqüentes no início do tratamento foram: parestesias, particularmente 'pontadas' nas extremidades; disfunção auditiva ou zumbido, perda do apetite, alterações do paladar e distúrbios gastrintestinais, tais como náusea, vômito e diarréia; poliúria, e casos isolados de sonolência e confusão. Acidose metabólica e desequilíbrio eletrolítico podem ocorrer. Foi relatada miopia transitória. Esta condição invariavelmente regride com a diminuição ou interrupção da medicação. Outras reações adversas ocasionais incluem: urticária, melena, hematúria, glicosúria, insuficiência hepática, paralisia flácida, fotossensibilidade e convulsões. Têm havido casos fatais, embora raros, devido a reações graves às sulfonamidas, como síndrome de Stevens-Johnson, agranulocitose, anemia aplástica e outras discrasias sangúíneas.


Posologia Glaucoma: DIAMOX (acetazolamida) deve ser usado como medicamento adjuvante à terapia usual. A posologia empregada no tratamento do glaucoma crônico simples (ângulo aberto) varia de 250 mg a 1 g de DIAMOX (acetazolamida) em 24 horas, geralmente em doses divididas para quantidades maiores de 250 mg. Tem sido relatado que posologia diária maior que 1 g não produz maior efeito. Em todos os casos, a posologia deve ser ajustada com atenção individual cuidadosa para a sintomatologia e a tensão ocular. É recomendada atenção médica contínua. No tratamento de glaucoma secundário e no tratamento pré-operatório de alguns casos de glaucoma agudo congestivo (ângulo fechado), a posologia preferida é de 250 mg, a cada 4 horas, embora alguns casos respondam a 250 mg, 2 vezes ao dia, em terapia em curto prazo. Em alguns casos agudos, pode ser mais satisfatório administrar uma dose inicial de 500 mg seguida de 125 ou 250 mg a cada 4 horas, dependendo do caso. Foi verificado efeito complementar, quando DIAMOX (acetazolamida) foi usado em associação de mióticos ou midriáticos, conforme a necessidade do caso. Epilepsia: Não é claramente conhecido se os efeitos benéficos observados na epilepsia são devidos à inibição direta da anidrase carbônica no SNC, ou a um discreto grau de acidose produzido por doses divididas. Os melhores resultados até o momento foram observados no pequeno mal em criança; bons resultados, entretanto, foram observados em pacientes adultos e crianças com outros tipos de convulsões, como grande mal, padrões mistos, contrações mioclônicas, etc. A dose diária total sugerida é de 8 a 30 mg/kg de peso em doses divididas. Embora alguns pacientes respondam a doses baixas, a faixa ótima parece estar entre 375 mg e 1.000 mg diários. Entretanto, alguns investigadores acreditam que doses diárias maiores que 1 g não produzem resultados superiores à dose de 1 g. Quando DIAMOX (acetazolamida) é administrado em associação com outros anticonvulsivantes, sugere-se que a dose inicial seja de 250 mg, 1 vez ao dia, além da medicação existente. Isto pode ser aumentado até os níveis indicados anteriormente. A alteração de outras medicações para DIAMOX (acetazolamida) deve ser gradual, de acordo com a prática usual no tratamento das epilepsias. Insuficiência cardíaca congestiva: Para a diurese na insuficiência cardíaca congestiva, a dose inicial usual é de 250 a 375 mg, 1 vez ao dia, pela manhã (5 mg/kg). Se após uma resposta inicial, o paciente deixar de perder líquidos do edema, não aumentar a posologia, mas permitir ao rim recuperar-se retirando a medicação por um dia. DIAMOX (acetazolamida) promove melhor efeito diurético quando administrado em dias alternados, ou por 2 dias, alternando com 1 dia de descanso. Falhas terapêuticas podem ser devido à superdosagem ou a doses muito freqüentes. O uso de DIAMOX (acetazolamida) não elimina a necessidade de outras terapias, como com digitálicos, repouso e restrição salina. Edema medicamentoso: A dose recomendada é de 250 mg até 375 mg de DIAMOX (acetazolamida), 1 vez ao dia, por 1 ou 2 dias, alternando com 1 dia de descanso. Nota: As recomendações posológicas para glaucoma e epilepsia variam consideravelmente daquela para insuficiência cardíaca congestiva, pois as primeiras duas condições não são dependentes da inibição da anidrase carbônica no rim, o que doses intermitentes, desejar a recuperação do efeito inibitório do agente terapêutico.


Apresentação — DIAMOX (acetazolamida) 250 mg: Cartucho com 25 comprimidos. Cada comprimidos contém 250 mg de acetazolamida.


Venda Sob Prescrição Médica.


Registro no M.S. 1.2110.0102.


GENOM — Divisão de Medicamentos Oftálmicos União Química Farmacêutica Nacional S/A.

ADVERTÊNCIA DE USO:
A PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.